quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Combinados na Convivência Familiar Cotidiana

Hoje o Grupo do Blog do Tear discutiu os combinados e os contratos que organizam nossa convivência em família, no nosso dia a dia.

Dividir as tarefas domésticas, compartilhar os cuidados com a casa e fazer acordos que facilitam a convivência, são arranjos necessários.

Conviver com o outros é sempre delicado, e estipular limites, contratos e acordos são sempre necessários. Alguns usuários dizem que quando estão em crise ou não se sentem bem, fica mais difícil para dar conta das tarefas familiares, domésticas e cotidianas.

Todos os integrantes contaram de seus acordos na família: dividir as louças, levar o lixo para fora, etc... Alguns disseram que recebem outras coisas em troca de compartilhar as tarefas: os mais jovens recebem uma "mesada", outros preferem uma comida de seu gosto, etc...

Um dos integrantes nos conta do esquema de "metas", como algo que organiza o dia a dia. Ou seja, "trocas" e acordos com os integrantes da família.

Compartilhar as tarefas do dia a dia facilitam a convivência com os familiares e também são importantes para estabelecer uma rotina, o que é importante para nos sentirmos melhores, mais produtivos e ter o sentimento de contribuir com nossos familiares.


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Blog do Tear Entrevista: Psicólogo Bruno

Hoje continuaremos nossa sequência de entrevistas e elegemos um dos nossos membros que recentemente teve uma experiência internacional. O Bruno, psicólogo e residente do programa de residência em saúde mental da UNICAMP, que no mês de agosto fez estágio de 1 mês na Argentina, na cidade de Rosário.

Blog do Tear (BT): Bruno, você esteve na Argentina e queria saber se você foi para um serviço específico ou para a rede de saúde no geral? 

Bruno (B): Fui inicialmente para visitar os serviços da atenção básica de saúde e terminei por visitar muito mais serviços que planejei. Visitei na maior parte serviços de saúde mental, mas também outros serviços da rede saúde de Rosário. Ao todo fui em uns 15 serviços.

BT: Com relação ao transporte você andou muito de carro, de Escort Argentino? Ou usou outro meio de transporte?

B: Diferentemente de Campinas, o transporte público em Rosário funciona muito bem e não é caro. Enquanto pagamos aqui R$ 4,50 lá o ônibus custa 10 pesos (Que vale R$ 2,00). A maioria das pessoas usa ônibus e o transporte é de boa qualidade. Normalmente não é necessário ficar trocando de ônibus para ir de lugar ao outro.

BT: Mas a cidade é pequena lá? 

B: Não é não tem aproximadamente 1 milhão e 500 mil pessoas em Rosário. É a terceira maior cidade da Argentina.

BT: Como você foi até lá?

B: Fui de avião, apesar de querer ir de carro porque a viagem é muito bonita, tive que ir assim porque ia ser muito caro viajar em carro. A distância é mais ou menos 1700 kilometros. O interessante é que apesar da distância parecer longe é quase a mesma distância entre a cidade São Paulo (SP) e Salvador na Bahia.

BT: Como são os serviços públicos lá? Tem Sistema Único de Saúde (SUS)?

B: Lá na Argentina, infelizmente não tem SUS, eles não tem um sistema nacional de saúde. A população argentina vive o que vivíamos no Brasil nos anos 80, por exemplo. Quem tem acesso ao atendimento de saúde gratuito são as pessoas que tem carteira assinada. E, assim, somente aqueles que tem dinheiro para pagar é quem atendimento gratuito garantido pelo estado de forma nacional. Mas, Rosário, é uma exceção a essa regra porque lá há aproximadamente 20 anos devido ao governo da província de Santa Fé (Estado onde fica a cidade de Rosário) que assumiu a responsabilidade de prover atendimento gratuito a população e estrutura um sistema de saúde provincial que funciona para atender a população da região de Santa Fé.

BT: Nossa isso é impensável né?

B: Sim, é triste, mas essa é a realidade deles Rosário é uma exceção o sistema de lá não funciona para todo o país. E acho que a gente tem que ter isso em mente porque vemos hoje as ameaças que o SUS sofre e temos que defendê-lo, pois, se não ficarmos atentos ele pode ser tirado de nós novamente.

BT: E como é o atendimento em saúde mental? Ainda tem hospital psiquiátrico?

B: Olha gente, vi coisas problemáticas lá. Lá ainda existem muitos hospitais psiquiátricos. Visitei 2 hospitais um em Rosário com capacidade para internação de até 70 pessoas e outro na zona rural próxima a cidade de Rosário ainda maior onde haviam 200 pessoas internadas. Foi muito triste ver isso gente, fiquei muito abalado. Já tinha visitado hospitais em São Paulo, quando era estudante de psicologia, mas para mim a experiência que vivi lá foi muito mais chocante. Vi pessoas que estavam internadas há muitos anos e que poderiam estar fazendo seu tratamento em liberdade porque, inclusive, conseguimos fazer isso no Brasil. Vi muitas pessoas nuas perambulando pelo hospital, pessoas nuas amarradas em contenção física e hipermedicadas. O que me impressionou negativamente foi a atitude dos profissionais. A maioria dos profissionais que conheci nos hospitais, defendiam que aqueles usuários internados não teriam condição de fazer tratamento em liberdade e achavam que eles tem que fazer o tratamento internados. E eles estão lá há muitos anos. Ainda tem muito preconceito com o usuário de saúde mental, muita gente lá acham que eles são perigosos e tem que ficar internados.
Os serviços que cuidam de pessoas com uso de Álcool ou Outras Drogas são muito interessantes. Trabalham a partir do paradigma de Redução de Danos e com "Baixo nível de exigência" aos usuários. Ou seja, não se pede muito dos frequentadores. Articulam rede, oferecem aulas e oficinas, bolsas de ofício, dentre outros.


BT: Mas o tratamento em Saúde Mental por lá é só baseado em Manicômios?

B: Não, não só. Eles também tem serviços comunitários como Centros de Saúde, que lá são bem estruturados e outros Serviços de Saúde Mental. Visitei um Centro Cultural (Centro de Convivência) que tinha atividades artísticas e culturais. Era bem interessante. O que me espantou foi a falta de trabalhos mais efetivos na comunidade. A maior parte dos atendimentos é ambulatorial, de consultório e há poucas ações como as de saúde da família e psicossociais como as que temos aqui no Brasil, a partir dos nossos Centros de Saúde e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).

BT: E sobre Rosário e a Argentina o que você diz?

B: Você sabe que essa fama de que os Argentinos é um povo metido não é verdade. O que os próprios Argentinos dizem é que há uma diferença entre os Portenhos (População de Buenos Aires, a capital) e o restante do país. Em Rosário eles, inclusive, acham que os portenhos são "metidos". O que eu percebi em Rosário é que lá eles são muito solícitos, educados e atenciosos. Nos trataram muito bem e gostavam muito do Brasil, muitas pessoas que moram lá já visitaram o Brasil. A cidade é muito bonita, com construções históricas preservadas e cuidadas. Também achei muito interessante o fato que eles por lá em muitos lugares param o expediente produtivo entre 12h às 16h todo o dia. E lá o que vemos muito são as pessoas nos parques e praças nesses momentos desfrutando a vida. Isso foi muito importante porque me fez refletir sobre o estilo de vida que temos aqui onde quase nunca paramos para aproveitar mais a vida e o trabalho nos ocupa muito tempo. Outra questão que me chamou a atenção foi o fato deles serem muito politizados. Eles diferentemente da maioria dos brasileiros entendem que somos todos parte da América Latina e temos muitos aspectos culturais semelhantes. Eles vivem conflitos parecidos com o Brasil e alternam entre governos de esquerda e direita. Governos que investem mais nas políticas sociais que atendem a população e suas necessidades e outros governos que, como o atual Governo da Argentina, do Macri, e do Brasil, do Temer, que estão mais voltados para interesses particulares e para atender interesses da elite dominante, das empresas ou do mercado capitalista.







quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Postagem da Paz

Diante de toda violência e desordem do Dia a Dia, mostramos como pessoas podem resolver suas diferenças com bom humor.

Aos amigos Oswaldo e Rivaldo.



Entrevista com a Psicóloga Nayara Portilho

Hoje estamos recebendo a visita da psicóloga Nayara. Vamos aproveitar o espaço do Blog para entrevistá-la. Ressaltamos que a visita seja bem-vinda.


Nayara, o que você faz em São Paulo?

Eu faço uma Pós-Graduação, chamada Residência Multiprofissional. A minha é na Área de Saúde Coletiva e Atenção Primária. Nosso foco principal é trabalhar em Centro de Saúde, e também conhecer e aprender como se faz a Gestão dos serviços de saúde no nosso Estado. Tem muitas profissões: psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, médicos e dentistas. 


- Você já conhecia Campinas, Nayara?

Não, é a primeira vez que venho aqui.

Você já trabalha com pessoas, atendendo e etc?

Sim, trabalho. Em São Paulo, Capital, trabalho em uma UBS (Unidade Básica de Saúde), que em Campinas vocês chamam Centro de Saúde.

Nesses atendimentos e no seu trabalho, qual o maior problema que você percebe que a população enfrenta hoje em dia?

Temos discutido muito as relações humanas. Os problemas e as coisas boas da vida, as dificuldades, etc...

Relações humanas é amplo. Gostaríamos que você pudesse especificar.

 Trabalho em um bairro, Jardim Boa Vista, que é bastante vulnerável. Percebo muitos homens que chegam desempregados, isso causa muito sofrimento e preocupação. As famílias ficam ainda mais vulneráveis.
A questão da violência, também é muito presente. Assaltos, violência pelo tráfico, etc...

(Nilton) - Acho que o desemprego causa muitos problemas. A pessoa desempregada sofre muito, sem poder ajudar sua família, e isso causa também mais problemas e violência. 

Sim, isso é algo que podemos perceber.

O que vocês fazem para amenizar essa situação? Como vocês assistem essa população?

O modelo que trabalhamos é a Estratégia Saúde da Família. Fazemos visitas, conhecendo o contexto familiar, situacional, do território, etc... Trabalhamos também próximo à Assistência Social (CRAS E CREAS). Também oferecemos espaços de escuta, articulando estratégias de cuidado e assistência

(Rivaldo) A questão do desemprego não vai ser resolvida por psicólogos ou pela saúde, totalmente. As circunstâncias são diferentes, a depender das pessoas. Porque ou como um psicólogo pode ajudar nisso?

Compreendemos que as situações de vida, influem na saúde das pessoas. Ou seja, uma situação de vida pode acarretar em sofrimento psíquico, e com isso podemos trabalhar. Tentamos fazer um trabalho que não separe o sofrimento psíquico de todo o resto da vida de uma pessoa. A Assistência Social cuida das questões mais concretas e pragmáticas. E nós, psicólogos, oferecemos momentos de escuta, articulamos com outros profissionais, etc...

(Oswaldo) Como está a questão da saúde, emprego, etc?

A situação está difícil. Nosso prefeito, é o Doria. Vocês conhecem??

Conhecemos o João Doriana, ou o Prefake!

Hahahaha, é isso. O prefeito está cortando muitos serviços que o Estado deveria oferecer. A Cidade de São Paulo, na saúde, foi divida entre diversas OS's (Organizações Sociais), a depender da zona da cidade. Constatamos falta de insumos e materiais para trabalho, medicações, etc...
Sem dúvidas é um momento difícil, como está em Campinas, e também no cenário nacional.

São Paulo é uma cidade muita rica, o Estado também. A questão de São Paulo é política. Não é de crise financeira. Constatamos os desvios Estaduais, corrupção em nível Estadual, e o Tribunal de São Paulo parece muito conivente com os governantes. Não são investigados a fundo. E apesar disso, o governo vem cortando todos os projetos que beneficiam a população mais vulnerável.

Concordo. São Paulo poderia ter outra condição. A Justiça não parece tão imparcial, por vezes até seletiva.

(Nilton) Pois é, ontem quando tornaram públicas as denúncias contra Lula e Dilma, nem citavam as denúncias aos outros partidos.


(Giovanni) Há quanto tempo você está aqui?

Cheguei há dois dias, ainda estou entendendo como funciona Campinas.

Então tem 3 dias que você chegou em Campinas. Muita gente vem de São Paulo para cá.

Sim, nós ouvimos muito sobre a rede de Saúde de Campinas. E por isso temos muita vontade de conhecer.

Nayara, antes de encerrar, gostaríamos de saber suas impressões sobre Campinas e sobre o que você conheceu aqui.

Olha, começando pelo transporte público. É muito caro e muito ruim, principalmente se comparado com o preço.
A cidade eu gostei. Ela é grande, mas com uma cara de interior, muito acolhedora. Fui muito bem acolhida pelas pessoas, me senti muito feliz por isso. Pessoas muito afetuosas. Me fez lembrar da minha cidade natal, Uberlândia, Minas Gerais.

A rede de saúde me impressionou também. Vocês fazem ações de saúde muito interessantes, que em São Paulo ainda não tive a possibilidade de conhecer.

Estou muito agradecida pela oportunidade, e isso será muito importante para minha formação.
                                                         (Equipe Blog do Tear e Nayara)

 












quinta-feira, 17 de agosto de 2017

A Flor da Pele

Hoje o Blog do Tear está muita treta!
Vários de nossos integrantes estão a Flor da Pele e algumas brigas e discussões estão acontecendo, inclusive entre a gente.
Por essa razão resolvemos conversar hoje sobre como lidamos e resolvemos os nossos problemas.
Na experiência de várias pessoas brigas acontecem e a gente perde a paciência. 
Então, hoje, o X da questão é a forma que cada um enfrenta ou reage frente a um problema.
Entre nós foi quase unânime: "Já nos exaltamos na vida"! Por causa disso já nos envolvemos em brigas, discussões e desentendimentos que infelizmente não terminarem bem.  
Existem experiências diferentes em nosso grupo há entre nós pessoas calmas, tranquilas e explosivas ou de "pavio curto".
Nós fomos criados em ambientes diferentes, alguns de nós vem de famílias extremamente difíceis onde ocorriam muitas brigas e discussões e isso teve reflexos na vida. Com certeza influencia ou influenciou nossas atitudes. Também convivemos com violências e desentendimentos no âmbito familiar. Algumas famílias resolviam na base da conversa, outras na base da gritaria ou literalmente na "base da porrada". Outras pessoas tiveram a experiência de que quando as coisas saiam do prumo elas eram controladas na base do olhar, um olhar firme de seus pais, mas que mostrava muita coisa.
Na adolescência já criamos muito caso e causamos muita confusão. Nos envolvemos em brigas sim e, inclusive, "saímos na mão" para resolver situações problemáticas que estávamos passando. Entendemos que isso se deveu a muita falta de diálogo e imaturidade da nossa parte. Já batemos e já apanhamos e compreendemos que a violência não resolve problema, só cria mais problemas.
No grupo tem até pessoas que acreditam serem muito explosivas e precisam de tratamento para controlar seus picos de agressividade.
Tem horas que a gente se chateia com a atitude de alguém e isso nos faz ficar nervosos. O que nos preocupa é a forma como reagimos e agimos influenciados por essa raiva. Entendemos que nós também provocamos raiva nas pessoas e nem sempre nos damos conta do que causamos e isso acaba gerando atrito.
As circunstâncias que a vida nos coloca faz parte do nosso processo de amadurecimento e nos ajuda a aprender coisas. Aprendemos a reconhecer que erramos também e que o calor do momento não é a melhor ocasião para apaziguar ou resolver um problema.
Um de nossos integrantes contou que passou por experiências amargas na infância e adolescência e que hoje em dia a superação dessas dificuldades colabora para ele ter mais equilíbrio e refletir melhor sobre as coisas que vive e faz. Para outra pessoa do grupo, que tem esquizofrenia, a agressividade já foi um grande problema porque devido ao seu transtorno mental teve muitos desentendimentos na vida. Porém, hoje lida bem melhor com isso porque faz tratamento e descobriu na poesia e na arte uma forma muito eficaz de extravasar suas angustias e sentimentos. Hoje dia o que chama muito a atenção dele é o fato dele ter ido procurar tratamento para lidar com seus problemas, mas muitas pessoas com as quais ele convive continuam agressivas e lhe causam sofrimento e não procuram se cuidar.
Constatamos que todos tem problemas e que grande parte dos problemas que temos e nos envolvemos, está bastante relacionado a outros problemas, como problemas financeiros e pessoais. A situação de crise que nosso país atravessa, por exemplo, colabora muito para os ânimos ficarem exaltados e as pessoas se agredirem mutuamente.
Todo mundo precisa entender e aceitar que a forma de resolver os problemas é na base da conversa.
Sobre o tratamento entendemos que as pessoas precisam de ajuda para resolver seus problemas e o tratamento é muito importante para isso. Tratamento não é só para "doido" como as vezes umas pessoas dizem. É preciso aceitar que temos problemas e que as vezes sozinhos não conseguiremos resolver e podemos precisar do apoio de um profissional de saúde.



Deixamos aqui alguns pensamentos do dia:

"O jogo é perde e ganha: tanto bate quanto apanha"
"A gente não faz as coisas sozinho. Quando um não quer, dois não brigam"

"Parar, pensar, refletir e dialogar."
"As vezes a bola de gude vira bola de neve."

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Vivendo no Absurdo: Como viver e conviver com a crise política, social e econômica que estamos vivendo no Brasil

Hoje, 9 de agosto,  completamos 7 anos do nosso Blog e como sempre presenteamos vocês e nós com debates e conversações sobre a vida e a nossa realidade o que é nossa maior virtude.
Chegamos a conclusão de que uma situação está nos tomando a vida. Na nossa opinião essa situação é absurda! Estamos falando da crise política, social e econômica que nosso país atravessa. 
Para grande parte dos nossos membros a situação política tem responsabilidade direta da classe política e em especial nossa atual governo federal. Começando pelo presidente, percebemos que grande parte dos políticos brasileiros estão compromissados com os próprios interesses ou com os interesses daqueles que os financiam, como grandes empresários e pessoas muito ricas que só enxergam os seus próprios interesses.
Na nossa análise esse cenário começa há muitos anos atrás quando algumas reformas se iniciaram. Um ponto que temos acordo é o ataque que a Educação Pública vem sofrendo a décadas. Por exemplo, grande parte das escolas públicas hoje tem um regime de funcionamento em que os estudantes tem aprovação quase que automática sem que seja necessário os estudantes demonstrarem resultados que justifiquem sua aprovação. Na nossa opinião, essas e outras medidas influenciaram na formação política, social e cultural de nossa população e isso nos tornou ainda mais frágeis e ignorantes o que colabora para nossa paralisação e  dificuldade em perceber os ataques aos nossos direitos e conquistas.
Entendemos que temos sido usados como massa de manobra a serviço dos interesses que não nos beneficiam. Achamos que a televisão brasileira tem sido o grande instrumento de convencimento e enganação do povo.
Parece que os governantes hoje querem que a gente volte para trás. Lembramos dos anos 80 quando, apesar das pessoas terem emprego a inflação era altíssima e os preços eram reajustados quase que diariamente. O que fazia com que a população tivesse o poder aquisitivo baixíssimo e a gente quase não conseguia comprar nada. A saúde pública era restrita e só conseguia ter acesso quem tinha emprego com carteira assinada em uma época que a maioria das pessoas era trabalhador informal. A educação pública se dizia de qualidade, porém, o número de vagas era insuficiente para atender a população, o índice de evasão escolar era altíssimo e a maioria das pessoas não conseguia concluir o ensino fundamental.
Conversamos sobre as questões vividas na experiência de cada uma das pessoas. Entendemos que desde os tempos da ditadura militar temos problemas relacionados a disputa por modelos econômicos e de sociedade. Independentemente do partido no poder existem coisas na nossa vida que são necessárias para todas as pessoas terem o mínimo básico para conseguir sobreviver. 
Estamos em um dilema porque estamos sofrendo...mas a discussão acaba aqui continua na próxima semana...









7 anos do Blog do Tear

Éééé hoje gente!
No dia de hoje o Blog do Tear  faz 7 anos!
Uau pessoal!!!
7 anos no ar! Estamos emocionados!


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Ilustre visita das Jovens Superstars

Hoje o Grupo do Blog do Tear recebeu duas convidadas que acompanharam uma das integrantes de nosso grupo. Ambas são de São Paulo: Katelyn (17) e Samara (15). Katelyn diz que integra um grupo de RAP feminino, na região de Interlagos e Grajaú (local de origem do músico e rapper Criolo), Zona Sul de São Paulo. O grupo se chama Ladies, e é composto por quatro mulheres. Tivemos um bate papo bem interessante e compartilhamos aqui com vocês um pouco dessa nossa entrevista com essas visitantes tão ilustres.

Segundo um dos nossos membros a sigla RAP (que em inglês significa Ritmo e Poesia) tem o sentido real de Ritmo, Amor e Poesia ou Revolução Através das Palavras! É uma arte urbana que convida as pessoas a refletirem sobre seu cotidiano através de músicas e rimas. Ainda sobre o RAP, nossas convidadas nos dizem que apesar da origem estrangeira (Estados Unidos), o brasileiro deixa uma marca muito forte quando compartilha de um movimento cultural. Sobre isso Katelyn  nos diz que "A gente não copia, porque o brasileiro sempre deixa sua essência, fazendo algo original".

Katelyn nos diz que a base do RAP é feita por uma pessoa que sabe mixar e fazer a batida ou beat. Há um produtor que faz o arranjo de vozes e etc... Em cima das batidas, as cantoras cantam suas letras.

Nilton, integrante de nosso grupo, pergunta sobre o envolvimento político das convidadas, na cidade de São Paulo.

"Estamos tentando ficar de olho e aprender sobre a política. De fato, a situação está muito difícil. Discutimos muito sobre o Bolsonaro (Jair Bolsonaro, Deputado Federal pelo Rio de Janeiro e possível candidato a presidente na Eleição de 2018). Somos muito contra o Bolsonaro e suas ideias. Especialmente em relação à aproximação com os militares e a ideia da volta da ditadura."

Nilton pergunta também porque as pessoas não saem mais às ruas, como saíram em 2013, antes da saída de Dilma.

"Isso é por causa da Globo e da grande mídia. Houve uma grande campanha para tirar a Dilma. Porém agora, eles não mostram os "Fora Temer" que vemos por aí. Essas "Reformas" do Governo, não estão ai para ajudar e melhorar a vida do povo."

Conversamos sobre a orientação política de nossas convidadas, como de esquerda ou direita e isso deu possibilidade de uma reflexão bem interessante em que falamos desde a situação do país em diversas áreas como educação, saúde, cultura e transporte.

Dessa conversa algumas reflexões ficaram marcadas na nossa mem´rioa e aqui dividimos com vocês:

"A arte abre portas"

"A arte não é ingrata mas, as pessoas sim."

"Eu gosto de RAP porque abre mentes"

Obs: Recebemos das nossas visitantes uma dica de um video-documentário muito interessante que fala sobre a situação da educação no Brasil, anotem aí!  
"Pro dia nascer feliz (Filme)"

quarta-feira, 12 de julho de 2017

os exercicios fisicos são fundamentais para o nosso dia dia muitas vezes a gente nao tem tempo mais a gente se programa algumas pessoas contaram quando eram jovens que nadaram muito nos rios hoje em dia nas cidades grandes e dificil para procurar exercicios a gente sabe que exercicio fisicos são bons para nossa saude mental e para o nosso corpo quando a gente faz exercicios é bom se alimentar melhor tem lugares que nossa cidade nos oferece po exemplo taquaral lagoa do mingone e as praças que tem os aparelhos de exercicios (...)
    tem tanbem o estica velho.
 tem muitos exercicios adrenalina  natação caminhada todos eles são importantes

 

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Relacionamentos e Convivência: Dependência e Espaço Próprio

Hoje o Grupo do Blog do Tear discutiu relacionamentos. Viver em conjunto, em sociedade ou com outra pessoa, é um desafio.
Relacionar-se com alguém é a mesma coisa que ficar dependente de alguém? É possível relacionar-se com alguém e manter nossa autonomia, nosso próprio espaço e não se sentir sufocado? Algumas pessoas do grupo apontam que viver em sociedade significa que estaremos, em alguma medida, dependente de outras pessoas (pessoas que plantam e fazem nossa alimentação, quando somos crianças e bebês, dependemos de nossos pais ou cuidadores, pessoas que tem doenças crônicas ou dificuldades de se locomover dependem de ajuda, etc...)

Relacionar-se com alguém é um exercício cotidiano de tolerância (às manias, modos de ser, dificuldades e etc...). Algumas pessoas do grupo apontam que em nossa sociedade atual, as relações, por vezes, assumem uma lógica de posse. Ou seja, as pessoas se relacionam como se fossem donos das outras, em uma relação de  objeto. Exigem satisfação, não levam em conta a outra pessoa. Algumas pessoas, segundo o grupo, gostam dessa posição, mas dizem que isso tira a autonomia da pessoa.

O que faz, então, um relacionamento possível? Como preservar nosso espaço individual e autonomia, em uma relação, amorosa ou não? O grupo aponta algumas dicas: respeito, exercitar a tolerância (compreender o outro) e especialmente o diálogo.

No diálogo, e quando gostamos de alguém, corremos o risco de sermos enganados, ou confiar demais nas pessoas. Como se preservar disso? A confiança é construída de que maneira? A aposta no diálogo e na conversa é a ideia do grupo.

Diferente das novelas e relacionamentos amorosos de filmes, o roteiro de nossa vida não é inventado. Somos nós quem o fazemos, e temos a possibilidade de mudar.


quarta-feira, 7 de junho de 2017

Inspiração

Na vida e na nossa interação com o mundo muita coisa nos inspira para criar, fazer e desenvolver coisas. Mas afinal o que nos inspira? Por exemplo, um membro de nosso Blog é artista e desenhista. Ele desenvolve sua arte a mão livre a partir de ideias que surgem na sua mente a partir de qualquer coisa que comece a pensar. Inclusive, iremos publicar em nosso Blog os desenhos e ilustrações que ele produz. 
"Blog Laden" - Ilustração Artista: Talibã Grafitti
Outras pessoas tem inspiração vindas de coisas diferentes. No nosso grupo tem pessoas que ouvem vozes que conversam com elas sem que as outras pessoas ouçam. E para quem pensa que as vozes são ruins, pelo contrário as vozes podem ser boas e também dar ideias sobre novas invenções e formas de lidar com situações da vida cotidiana.
Um exemplo que também é inspirador para muitos de nós é a religião. Na religião e no contato com "Deus" muitas pessoas sentem que uma energia é emanada e que isso serve de inspiração, conforto e também nos dá força para realizar coisas.
A ciência também serve de inspiração para nossa vida as explicações fornecidas pelo conhecimento acumulado pela humanidade em seus estudos e pesquisas nos ajudam a pensar e entender o mundo.
E nesse contexto, todo perguntas fundamentais nos surgem. 
Por exemplo, existe vida após a morte?
Para parte do nosso grupo o surgimento do homem se deu a partir da evolução dos primatas. A ciência serve de inspiração e nos fornece explicações que são a partir de provas encontradas em evidências graduais observadas ao longo da história e, portanto, acreditam que não existe vida após o final da matéria que se encerra com a morte.
Mas, no nosso grupo também há quem acredite que existe sim vida após a morte e que o que os inspira são modelos explicativos que foram criados a partir das religiões e do conhecimento popular e, assim sendo, entendem que o nosso espírito continua existindo mesmo que nosso corpo não exista mais. Somos compostos de energia e existem energias universais que vem de "Deus", dos planetas e também da natureza.

Equipe Blog do Tear


quarta-feira, 31 de maio de 2017

TERRApia






No dia 24 de maio de 2017 estivemos nas atividades de comemoração de 1 ano da horta comunitária do Centro de Saúde Tancredão, que fica no bairro Novo Campos Elíseos, no Distrito de Saúde Sudoeste, em Campinas.

Tinha muita gente lá. Aprendemos muita coisa! Nossos Blog repórteres estiveram lá e acompanharam tudo que rolou na quarta durante o dia todo. Apresentamos aqui então, em primeira mão, nossa matéria contando sobre como foi esse dia tão maravilhoso.

Na parte da manhã estava acontecendo uma palestra com a participação de representantes do Centro de Convivência e Cooperativa Toninha (CeCCo Toninha) e da Casa de Cultura Tainã. Nessa palestra foi abordado o tema do direito a terra, a necessidade de nos reapropriarmos da nossa produção vegetal, agricultura e principalmente a importância de cultivar plantas que tem a ver com nossa origem histórica e social.

Os representantes da Horta Comunitária também estavam lá e nos contaram sobre a história desse projeto e o como ele está funcionando até hoje.

 “Foi ótimo, foi uma experiência muito comunicativa” (Osvaldo Souza dos Santos – Repórter Blog do Tear)

“Pra mim foi uma experiência muito boa, na atividade da horta, inclusive conhecer coisas que eu não conheço. Eu que fui criado na roça, foi ótimo. Na horta tem temperos, tem chá, tem saladas, tem remédios e tem qualquer coisa que você pensar pra dores, que hoje às vezes as pessoas nem usam mais e que antigamente a gente usava pra tudo, nem os médicos conhecem” (Alcino Ferreira da Cruz – Repórter Blog do Tear)

“Achei legal e muito popular. Foi bom. Um lugar com muito propósito pra se falar e se conversar sobre as plantas e sobre a horta. Como plantar sementes na horta pra crescerem plantas bonitas, boas. Como a gente cuidar bem delas e não deixar os bichos comer as plantas para não ficarem todas moídas e nem roídas. Aprender a aguar as plantas todo o dia pras plantas crescerem saudáveis e fortes, tem que aguar nas horas certas, todos os dias. Cuidar bem” (Wijaverson dos Santos Campos – Repórter Blog do Tear)

Foi contada a história da horta e das plantas. Aprendemos que existem árvores que duram até “6 mil anos”. Tem que cuidar bem para elas viverem muito! (Wijaverson dos Santos Campos – Repórter Blog do Tear)

                                                 (Wijaverson dos Santos Campos)                                                   

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Alguns integrantes do Blog do Tear também participaram das atividades no período da tarde. Estes contam que os usuários que participam da Casa de Cultura Andorinhas fizeram uma apresentação de dança popular.

Além disso, puderam participar de uma ciranda de ervas, a qual consiste em uma roda de conversa para trocar conhecimentos sobre as mais variadas plantas medicinais presentes na Horta Comunitária do Tancredão. Nessa atividade, também puderam experimentar chás e água saborizada!

Ainda, tiveram a oportunidade de assistir ao concurso de culinária saúdavel, com alimentos naturais. Nesse concurso, diversos convidados levaram suas receitas para a população experimentar!


"Muito bom, maravilhoso! Eu adorei. Pude rever amigos. Acho muito importante espaços como esse, muitas pessoas aproveitaram. Tinha um pessoal do CAPS Davi Capistrano e do Novo Tempo lá também".
Depoimento do Nilton Lisboa Silva (Repórter do Blog do Tear)


"Horta Comunitária do Tancredão
A Horta Comunitária do Tancredão é uma Atividade que o Pessoal do Blog do Tear participou nos dias de 4a Feira,5a Feira e 6a Feira(24,25 e 26 de Maio de 2017). Eu Estive lá na 4a Feira Passada e Participei do Grupo da Dança. O Grupo da Dança foi super legal, Ele Era Composto por Homens e Mulheres. Eles Apresentaram Dança Nordestina, e A Platéia Gostou Muito Eu Vi Coisas de Comer Que Eu Não Gosto Muito Como POr Exemplo Kibe e Repolho e Sopa de Ervilhas,Porem As Pessoas Que Estavam la nesse Evento Gostam Bastante desse Tipo de Alimento Pois Para Elas Esses Alimentos Sâo Mais Saudáveis e Não Tem Agrotòxico. Eu Dancei Com o Pessoal da Dança Nordestina e Gostei Bastante Por Quê Eu Me Senti Bem e Confortável Nesse Período Que Eu Dancei Eu Me Senti Feliz Por Que Me Fez Esquecer o Problema Que Eu Tinha Tido. Eu Aprendi a Dançar Super Bem Com o Pessoal da Dança.
Foi Isso Que Eu Aprendi"
Depoimento do Giovane Tessari (Reporter Blog do Tear)

                   (Casa de Cultura Tainá, Ana Paula e Idílio, responsáveis pela horta no C.S. Tancredão)
                  (Os irmãos Márcio e Dona Paulina, usuários do C.S. e participantes do projeto da horta)
                                   (Entrevista com Márcio, feita por Oswaldo e Bruno)

                                                         (Equipe Blog do Tear)


                                               (Idílio, um dos profissionais do C.S.)



  (As placas de identificação exibem símbolos que mostram as possíveis formas de uso das   plantas: medicinal, gastronômica e para chás, na imagem acima.)




quarta-feira, 10 de maio de 2017

Como Lidar Com o Cotidiano

Lidar com as obrigações e atividades do cotidiano já não é, normalmente, uma tarefa fácil. Quando a pessoa tem alguma questão de saúde mental, isso fica mais difícil. Por exemplo, para as pessoas que têm depressão, ou sentimentos depressivos, é muito difícil iniciar o dia. Acordar e sair da cama é uma tarefa desagradável para todos nós. Às vezes, porém, isso pode ser ainda mais difícil. Quando sentimos vontade de continuar dormindo, para não sentir os sofrimentos do dia-a-dia.Todos podem sentir-se sem motivação, em algum momento ou dia. Porém, para aqueles que tem algum problema de saúde, percebemos que há uma diferença. Principalmente se nos lembramos de nossa vida antes de termos algum problema de saúde.
Lembramos também, nesse sentido, das medicações, que alteram questões em nosso corpo, ciclo de sono, etc...

Iniciar o dia, fazer as tarefas cotidianas e "tocar a vida", é algo que faz parte daquilo que chamamos de rotina. A rotina organiza nosso dia-a-dia e nossa vida. Ao mesmo tempo que ela é importante, para nos motivar a seguir com as atividades e a vida, ela nos convoca a "responder" seus chamados. Entendemos, no geral, que a rotina é importante por dar uma "direção" para nossas vidas.

Aqui no nosso grupo do blog, hoje e em outros dias, buscamos compartilhar estratégias para lidar com o dia-a-dia e as dificuldades. Conversar, falar sobre, ouvir outras pessoas sobre suas dificuldades, nos ajuda e ver outras possibilidades. Lembramos aqui o movimento do Recovery, que aposta no apoio mútuo, na circulação da palavra e dos temas que normalmente não conversamos.

Por exemplo,responder a uma simples pergunta como "Tudo bem?", é difícil. As pessoas e a sociedade esperam ou cobram que estejamos sempre bem. É difícil admitir ou falar que não estamos bem.

Há algumas restrições para interagirmos com a sociedade e com o cotidiano. As pessoas da família, por vezes, ficam preocupadas de sairmos sozinhos. Entendemos também que a sociedade como um todo está restringida no que diz respeito a espaços de convivência, trocas sociais e afetivas, etc...

Portanto, apostamos na prevenção em Saúde Mental e na promoção de saúde.







quarta-feira, 3 de maio de 2017

Políticas Públicas e Acesso Aos Serviços e Ofertas À População

A corrupção e o desvio de dinheiro público é um problema importante e muito presente no Brasil. Obras superfaturadas, recursos para a saúde, educação e outros sendo desviados para o benefício próprio de políticos e representantes do governo.

Essa situação prejudica o acesso da população a serviços públicos que ofertam o acesso a direitos garantidos em nossa constituição, como educação, saúde, transporte, etc...

Lembramos aqui a questão das creches (educação infantil) e a falta de vagas nas creches das grandes cidades. Isso cria uma dificuldade para famílias e mães que trabalham e precisam também dar conta de criar seus filhos. A creche, portanto, garantiria que os responsáveis pelas crianças possam trabalhar enquanto seus filhos estão sendo cuidados nas creches.
Ressaltamos também a questão da educação especial, onde as vagas são ainda mais escassas, enquanto a necessidade de cuidado e ajuda do Estado é ainda maior.

As rixas partidárias no Brasil acabam prejudicando a implementação das políticas públicas. As políticas se tornam "políticas de governo/mandato" e não "políticas de Estado". As políticas de Estado devem ter sua continuidade garantida, independente do partido ou representante político que esteja exercendo seu mandato em determinado momento.

Ressaltamos, por fim, que o acesso da população aos direitos constitucionalmente previstos e estabelecidos garantiria um aumento considerável na qualidade de vida das pessoas.




quinta-feira, 27 de abril de 2017

CHAVES,MEU SERIADO FAVORITO 8

CHAVES
LOTE DE 2012

1972
2 EPISÓDIOS DUBLADOS

O COFRE/MARTELADAS [DUBLAGEM 2]
ZARABATANAS E CHUMBINHOS [DUBLAGEM 2]

1973
1 EPISÓDIO DUBLADO

O MARUJO ENJOADO [DUBLAGEM 2]/SUSTOS NA VILA

1975
1 EPISÓDIO DUBLADO

OS BOMBEIROS [DUBLAGEM 2]

1976
11 EPISÓDIOS DUBLADOS

ENTRE TOUROS E CHIFRADAS PARTE 1
OS TOUREADORES PARTE 2 [DUBLAGEM 2]
A GUERRA É DE TERRA [DUBLAGEM 2]
O EXAME DE RECUPERAÇÂO PARTE 1 [DUBLAGEM 3]
O CASTIGO VEM A CAVALO PARTE 2 [DUBLAGEM 2]
A VENDA DA VILA PARTE 1 [DUBLAGEM 2]
A VENDA DA VILA SEGUNDA PARTE PARTE 2 [DUBLAGEM 3]
A GRANDE FESTA PARTE 1 [DUBLAGEM 2]
UM FESTIVAL DE VIZINHOS PARTE 2 [DUBLAGEM 2]
E O FESTIVAL CONTINUA PARTE 3 [DUBLAGEM 2]
O FESTIVAL DA BOA VIZINHANÇA ULTIMA PARTE PARTE 4

1977
4 EPISÓDIOS DUBLADOS

ABRE A TORNEIRA PARTE 1 [DUBLAGEM 2]
PINTANDO A VILA PARTE 2
UM GESSEIRO DE MÂO CHEIA PARTE 3
AS PAREDES DE GESSO PARTE 4 [DUBLAGEM 2]

1978
1 EPISÓDIO DUBLADO

BATENDO UMA BOLINHA


quarta-feira, 26 de abril de 2017

SOBRE A GREVE

NO DIA 28/4/2017 SERÁ FEITA A GREVE GERAL NACIONAL QUE SE POSICIONA CONTRA AS REFORMAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, DAS LEIS TRABALHISTAS E LEI DA TERCEIRIZAÇÃO IRRESTRITA. 
A PREVIDÊNCIA SOCIAL É UM MECANISMO CONSTITUCIONAL, INSERIDO NOS IDEIAS DA SEGURIDADE SOCIAL. AS PESSOAS CONTRIBUEM COM O DINHEIRO, AO LONGO DE SUA VIDA COMO TRABALHADORES PARA, QUANDO MAIS VELHOS, PODEREM SE APOSENTAR COM UM SALÁRIO DIGNO.

ÀQUELES QUE NÃO PODEM PARTICIPAR ATIVAMENTE DA PARALISAÇÃO E DAS MOVIMENTAÇÕES NAS RUAS, SUGERIMOS OUTRA FORMAS DE PARTICIPAÇÃO: 
- EVITAR DE FAZER COMPRA NO SHOPPING E TAMBÉM NOS SUPERMERCADOS;
- EVITAR USO DE ÔNIBUS, TRANSPORTE PÚBLICO;
- EVITAR COMPRAS E ATIVIDADES COTIDIANAS COMUM QUE ENVOLVEM SERVIÇOS, COMÉRCIO E OUTRAS FORMAS DE TRABALHO.
 
VÁRIOS SETORES SE UNIRAM PARA PARALISAR PARA IR EM BUSCA DOS NOSSOS DIREITOS, QUE ENCONTRAM-SE AMEAÇADOS PELAS REFORMAS DO ATUAL GOVERNO.

NÃO ADMITIMOS QUE MUDANÇAS TÃO PROFUNDAS E ATENTADOS A NOSSOS DIREITOS SEJAM CONDUZIDOS SEM EXTENSOS DEBATES E DISCUSSÃO COM A SOCIEDADE.

ESSA PUBLICAÇÃO VISA DEMONSTRAR NOSSO APOIO À GREVE E AOS MOVIMENTOS SOCIAIS QUE A CONVOCAM.

COMPREENDEMOS QUE A PARTICIPAÇÃO DA TODA A POPULAÇÃO É ESSENCIAL PARA MANTER O SENTIDO DA GREVE, PRESSIONANDO OS GOVERNANTES. ENTENDEMOS TAMBÉM A DIFICULDADE PARA ALGUNS TRABALHADORES PARTICIPAREM, VISTO O MEDO E A POSSIBILIDADE DE REPRESÁLIAS, COMO A PERDA DO EMPREGO E OUTRAS FORMAS DE PUNIÇÕES.

NA SEMANA SEGUINTE FAREMOS UMA PUBLICAÇÃO MAIS DETALHADA ACERCA DAS MUDANÇAS PROPOSTAS PELO GOVERNO E DA RESISTÊNCIA DA POPULAÇÃO.

CONVIDAMOS A TODOS OS MORADORES DE CAMPINAS:

- CONCENTRAÇÃO NO LARGO DO ROSÁRIO ÀS 11 HORAS DA MANHÃ, NA SEXTA-FEIRA 28/04
- SEGUNDO MOMENTO DE CONCENTRAÇÃO: ÀS 16 HORAS, TAMBÉM NA SEXTA-FEIRA 28/04, TAMBÉM NO LARGO DO ROSÁRIO.

AO LONGO DO DIA HAVERÁ OFICINAS DE CARTAZES E PANFLETAGEM.

A PARTICIPAÇÃO DE TODOS É ESSENCIAL. A PRAIA SEM UM GRÃO DE AREIA, NÃO FARÁ DIFERENÇA. MAS SEM A AREIA DA PRAIA, TEMOS MUITA DIFERENÇA.




quinta-feira, 20 de abril de 2017

CHAVES,MEU SERIADO FAVORITO 8

CHAVES
LOTE DE 2012

1972
2 EPISÓDIOS DUBLADOS

O COFRE/MARTELADAS [DUBLAGEM 2]
ZARABATANAS E CHUMBINHOS [DUBLAGEM 2]

1973
1 EPISÓDIO DUBLADO

O MARUJO ENJOADO [DUBLAGEM 2]/SUSTOS NA VILA

1975
1 EPISÓDIO DUBLADO

OS BOMBEIROS [DUBLAGEM 2]

1976
11 EPISÓDIOS DUBLADOS

ENTRE TOUROS E CHIFRADAS PARTE 1
OS TOUREADORES PARTE 2 [DUBLAGEM 2]
A GUERRA É DE TERRA [DUBLAGEM 2]
O EXAME DE RECUPERAÇÂO PARTE 1 [DUBLAGEM 3]
O CASTIGO VEM A CAVALO PARTE 2 [DUBLAGEM 2]
A VENDA DA VILA PARTE 1 [DUBLAGEM 2]
A VENDA DA VILA PARTE 2 [DUBLAGEM 3]
A GRANDE FESTA PARTE 1 [DUBLAGEM 2]
UM FESTIVAL DE VIZINHOS PARTE 2 [DUBLAGEM 2]
E O FESTIVAL CONTINUA PARTE 3 [DUBLAGEM 2]
O FESTIVAL DA BOA VIZINHANÇA PARTE 4

1977
4 EPISÓDIOS DUBLADOS

ABRE A TORNEIRA PARTE 1 [DUBLAGEM 2]
PINTANDO A VILA PARTE 2
UM GESSEIRO DE MÂO CHEIA PARTE 3
AS PAREDES DE GESSO PARTE 4 [DUBLAGEM 2]

1978
1 EPISÓDIO DUBLADO

BATENDO UMA BOLINHA

AGENOR MIRANDA ARAUJO NETO

AGENOR MIRANDA ARAUJO NETO
CAZUZA EXAGERADO [AO VIVO]

VAI GALERA
AMOR DA MINHA VIDA
DAQUI ATÉ A ETERNIDADE
NOSSOS DESTINOS FORAM TRAÇADOS
NA MATERNIDADE

POSSE CRUEL DESENFREADA
TE TRAGO MIL ROSAS ROUBADAS
PARA DESCULPAR MINHAS MENTIRAS
MINHAS MANCADA

EXAGERADO
JOGADO AOS SEUS PÉS
EU SOU MESMO EXAGERADO
ADORO UM AMOR INVENTADO

EU NUNCA MAIS VOU RESPIRAR
SE VOCÊ NÂO ME NOTAR
EU POSSO ATÉ MORRER DE FOME
SE VOCÊ NÂO ME AMAR

QUE POR VOCÊ EU LARGO TUDO
VOU MENDIGAR,ROUBAR,MATAR
ATÉ NAS COISAS MAIS BANAIS
PARA MIM É TUDO OU NUNCA MAIS

UUUU
JOGADO AOS SEUS PÉS
EU SOU EXAGERADO
ADORO UM AMOR INVENTADO [EH]

QUE POR VOCÊ EU LARGO TUDO
CARREIRA,DINHEIRO,CANUDO
ATÉ NAS COISAS MAIS BANAIS
PARA MIM É TUDO OU NUNCA MAIS

EXAGERADO
JOGADO AOS SEUS PÉS
EU SOU EXAGERADO
ADORO UM AMOR INVENTADO

JOGADO AOS SEUS PÉS
COM MIL ROSAS ROUBADAS
EXAGERADO
EU ADORO UM AMOR INVENTADO [EH]

JOGADO AOS SEUS PÉS
COM MIL ROSAS ROUBADAS
EU ADORO UM AMOR UM AMOR INVENTADO

TRAIDA
EXAGERADA E VERDADEIRA

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Vantagens e Desvantagens de viver 100 anos anos

No início era o verbo e a palavra de muitas religiões conta que antigamente, antes de Cristo, as pessoas viviam mais de 200 anos, porém, hoje em dia o que temos notícia é de que vivemos por mais ou menos 60 ou 70 anos. Embora dentro de um ponto de vista em que o cotidiano nos diz que a média de vida é essa, temos um outro ponto de vista que é o da juventude. Sendo assim qual é a perspectiva futura que a juventude tem?
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disse, segundo nossas informações, que no Brasil se vive em media de 70 a 75 anos. Então, hoje nos propusemos a pensar quais seriam as vantagens e desvantagens de se viver muito tempo, tipo 100 anos.
Tem gente que acha que viver muito tempo é um problema porque a maioria das pessoas queridas a nossa volta costuma morrer e isso seria muito triste e solitário. Porém, uma
coisa que observamos com o tempo é que ficamos mais sábios e isso é algo bom porque conhecimento é uma riqueza.   
Uma coisa que nos conforta é o fato que sempre podemos fazer novas amizades e por isso também achamos que talvez a solidão não seria o maior problema. Alguns de nós tem sonhos e com bastante tempo poderiam realizá-los como conhecer um companheiro ou companheira para passar a vida ao seu lado.

E como é ver a vida passar ou a "idade chegar"?
Para algumas pessoas quem tem transtorno mental, deficiências e idosas muitas vezes são considerados "um problema e  deveriam morrer logo". Essa foi uma afirmação que nos deixou "bolados e boladas". Tem gente que concorda e discorda. Achamos que isso pode ter a ver com a forma como nossa sociedade observa e convive com essas pessoas.


Chegamos à conclusão que com passar do tempo todos nós começamos  a ter necessidades diferentes e que com o passar do tempo dependemos muito mais das outras pessoas e por essa razão todos nós vamos sentir na pele o que foi dito sobre pessoas com transtornos mental, com deficiências e idosas.
Infelizmente não conseguimos viver 800 ou 400 anos e achamos que isso tem muito a ver com as condições do ambiente que a gente vive como, por exemplo, a forma como a poluição interfere na vida da gente. Então temos que aprender a conviver com a vida. Antigamente as pessoas tinham um estilo de vida em que as pessoas consumiam medicações caseiras, comida mais saudável e as pessoas conviviam mais em harmonia com a natureza. Atualmente temos muitos problemas devido a ganância da humanidade, o avanço tecnológico, o desmatamento indiscriminado de nossas florestas. Portanto, o nosso desafio hoje é como ter uma vida mais sustentável pensando no tempo da humanidade e no tempo do nosso mundo.
Ao mesmo tempo há pessoas que defendem que nós vivemos muito e que nosso ciclo de vida deveria ser mais curto para que nossa sociedade tenha condição de se renovar. Tem até quem defenda que aos 30 anos deveríamos passar por eutanásia porque a vida tem que seguir e morrer é necessário para outra geração chegar. Contudo, também levamos em consideração que a vida se renova a cada instante porque a aprendizagem nunca se interrompe em nossa vida, pois, a vida é democrática e nos dá possibilidade de seguirmos por onde quisermos. 

E as regras sociais e da vida como lidamos com ela?

Concordamos que as regras existem, mas acreditamos que temos experiências individuais e coletivas. Algumas pessoas preferem viver sozinhas, ser independentes e não precisar ter que dar satisfação aos outros. Outras pessoas em contrapartida entendem que temos regras básicas de convivência e que fazemos parte desse mundo e que temos que interagir com ele e com as pessoas que aqui vivem.  



O mundo muda assim como a gente muda e assim temos papel ativo na transformação do meio que a gente vive.